(...) é preciso partir é preciso chegar é preciso partir é preciso chegar (...) Ah, como esta vida é urgente! ... no entanto eu gostava mesmo era de partir... e - até hoje - quando acaso embarco para alguma parte acomodo-me no meu lugar fecho os olhos e sonho: viajar, viajar mas para parte nenhuma... viajar indefinidamente... como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Dez coisas que levei anos para aprender!!!
Dez coisas que levei anos para aprender!!!
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.(Esta é muito importante.Preste atenção, nunca falha)
2 As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Tá cheio de gente querendo te converter!)
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!)
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!)
5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!)
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!)
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria ‘reuniões’. (Onde ninguém se entende… Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos…)
8. Há uma linha muito tênue entre ‘hobby’ e ‘doença mental’. (Ouvir música é hobby… No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!)
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!!!!!)
10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade mesmo!!!)
E lembre-se :
"Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra." William Shakespeare’
Por Luis Fernando Veríssimo
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.(Esta é muito importante.Preste atenção, nunca falha)
2 As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Tá cheio de gente querendo te converter!)
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!)
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!)
5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!)
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!)
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria ‘reuniões’. (Onde ninguém se entende… Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos…)
8. Há uma linha muito tênue entre ‘hobby’ e ‘doença mental’. (Ouvir música é hobby… No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!)
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!!!!!)
10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade mesmo!!!)
E lembre-se :
"Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra." William Shakespeare’
Por Luis Fernando Veríssimo
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A mulher da página 194
Essa imagem acima foi publicado numa revista americana e causou comentarios diversos por ai.Estava lendo a Epoca dessa semana quando me deparei com a matéria: "A mulher da página 194". Confesso que fiquei surpresa e curiosa ao ver a foto e fui logo lendo a matéria.A mulher da foto é uma modelo de 20 anos que pelo ar da foto não tem nenhum problema com o pequeno excesso na barriga. O interessante disso tudo é que em uma revista feminina publicar a foto assim poderia ser considerada um afronte aos padrões de beleza que ainda se tem hoje em dia.A mulher da pagina 194 nos ajuda a aceitar nossos pequenos defeitos e nossas pequenas imperfeições,afim de não nos tornamos escravas de um conceito de beleza que não leva em conta a condição saudável...Não digo que ser gorda seja saudável,mas uma barriguinha com uns pneuzinhos não é o fim do mundo,afinal mulher perfeita sem nada de errado é muito raro,porém da maneira como as revistas mostram nos fazem pensar que o mais comum é esse mundo de photoshop onde não existe celulite e nem estrias e a felicidade até existe,abraçada no Papai Noel.Uma balela só,um conto da carochinha como dizia minha tia...
Lógico que de início estranhei,cheguei a ter uma certa repulsa,afinal estou tão submissa ao mundo irreal do photoshop,porém analisando e refletindo comecei a gostar da mulher da pagina 194,uma representante de todas nós.O seu sorriso dá a sensação de que ela está plenamente satisfeita com aqueles pneuzinhos,que não passa horas do seu tempo tentando perder gorduras,sem se tocar que muitas vezes o que perde é o juizo e a medida certa das coisas.Ela está tão bem a vontade com seu corpo que não trocaria um bom rodízio de pizza regado a um chopp bem gelado por um mísero,sem graça e único prato de salada...não ficaria numa neurose contando pontos ou calorias em cada refeição...não sobe diariamente na balança e se desespera por ter engordado 50 gramas no final de semana.Na praia vimos muito que o normal da mulherada é pneu,gordurinha localizada,celulite ,estrias,e até nos conformamos com o nosso corpo,mas em revista vimos fotos que nos deixa desesperados e com vontade de deixar de comer por um mês para ver se ficamos parecidas com as modelos esqualidas.
Espero que essa foto seja sinal das mudanças dos tempos,que a ditadura da magreza e do prato de alface seja extinguido e que prevaleça a saúde em primeiro lugar,sem exageros nem para menos nem para mais...no ponto certo,sem neurose...E viva a mulher da página 194!!!!
domingo, 6 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Cara Valente
Cara Valente
Maria Rita
Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir...
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo
Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe...
Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não...
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas...
Maria Rita
Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir...
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo
Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe...
Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não...
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas...
domingo, 30 de agosto de 2009
Mentira,um dos piores defeitos do ser humano
Detesto mentira...sempre deixo claro isso aos que me conhecem.Omitir é diferente de mentir!Geralmente omitimos algo por necessidade de não ferir o outro,mas mentir pode até poupar no momento,mas qdo a mentira é descoberta dói mais que ao descobrir uma omissão.Pelo menos é assim que vejo.E não adianta,como diz o ditado: a mentira tem perna curta.E eu tenho um faro para mentira que vocês não fazem ideia,hehehe.
Para mentir você tem que ter boa memória...o que geralmente as pessoas não tem.E é nesse ponto que eu as descubro,pois minha memória é boa,e aí quem mentiu esqueceu que me falou algo e bingo:uma mentira descoberta!!!
Além da memória,minha intuição é fodex(relembrando o palhaço Biriba,rsrs).Se ela disser que algo está cheirando mentira é só eu dar uma investigada para descobrir que ela está certa.
Mas fazer o que...vou levando,descobrindo mentiras,me decepcionando com algumas pessoas por causa da mentira...um dia eu me acostumo com ela!
Para mentir você tem que ter boa memória...o que geralmente as pessoas não tem.E é nesse ponto que eu as descubro,pois minha memória é boa,e aí quem mentiu esqueceu que me falou algo e bingo:uma mentira descoberta!!!
Além da memória,minha intuição é fodex(relembrando o palhaço Biriba,rsrs).Se ela disser que algo está cheirando mentira é só eu dar uma investigada para descobrir que ela está certa.
Mas fazer o que...vou levando,descobrindo mentiras,me decepcionando com algumas pessoas por causa da mentira...um dia eu me acostumo com ela!
A bem da verdade, não sou essa mulher fatal que você pensa que eu sou. Aquelas histórias de sedução foram todas inventadas e esse ar superior, de quem sabe lidar com a vida, é apenas autodefesa.
Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!
Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.
Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.
Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade. Administrei minha liberdade. Tomei aviões, tomei whisky... troquei a lâmpada, abri sozinha o zíper do vestido... decidi o meu destino com tanta segurança! Mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Agora, cá estou eu, trinta e poucos anos e toda atrapalhada, tentando um cruzar de pernas diferente, um olhar mais grave, um molhar de lábios sensual... mas não sei direito o que fazer para agradar.
Confesso que isso me cansa um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos, "dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada. Queria te falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula... queria falar dessas coisas mais elementares, e te levar na casa da minha mãe, te mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria te mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe! Queria te mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez...
Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!
Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.
Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.
Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade. Administrei minha liberdade. Tomei aviões, tomei whisky... troquei a lâmpada, abri sozinha o zíper do vestido... decidi o meu destino com tanta segurança! Mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Agora, cá estou eu, trinta e poucos anos e toda atrapalhada, tentando um cruzar de pernas diferente, um olhar mais grave, um molhar de lábios sensual... mas não sei direito o que fazer para agradar.
Confesso que isso me cansa um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos, "dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada. Queria te falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula... queria falar dessas coisas mais elementares, e te levar na casa da minha mãe, te mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria te mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe! Queria te mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez...
sábado, 29 de agosto de 2009
Por favor,não me chamem de boazinha!!!
Esse texto da Martha Medeiros é a mais pura verdade...ser chamada de boazinha para mim soa ou falsidade,ou deboche ou diminuição...Qdo me chamam de boazinha interpreto como que não consegui um destaque maior ou um convencer necessário...já não gosto mto de palavaras inhas...me irrita,me chamar de Flavinha,então,como detesto(apesar que tem umas pessoas que conseguem transformar o Flavinha em tom carinhoso em meus ouvidos,mas os demais,me soa como uma guitarra desafinada,hehehehe,irritante!).Qual o elogio que uma mulher adora receber?
Bom, se você está com tempo, pode-se listar aqui uns setecentos:
mulher adora que verbalizem seus atributos, sejam eles físicos ou morais.
Diga que ela é uma mulher inteligente, e ela irá com a sua cara.
Diga que ela tem um ótimo caráter e um corpo que é uma provocação,
e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito,
da sua aura de mistério, de como ela tem classe:
ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter o cargo vai depender da sua
perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe,
que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades,
que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade,
seu bom gosto musical.
Agora quer ver o mundo cair?
Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha.
Voz fina, roupas pastel, calçados rente ao chão.
Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja,
cuida dos sobrinhos nos finais de semana.
Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor.
Nunca teve um chilique.
Nunca colocou os pés num show de rock.
É queridinha.
Pequeninha.
Educadinha.
Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos.
Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas.
Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos.
A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas,
crucifixo em cima da cama, tudo certinho.
Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um
desejo incontrolável de virar a mesa.
Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas.
Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes,
estrelas, profissionais.
Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen.
Ser chamada de patricinha é ofensa mortal.
Pitchulinha é coisa de retardada.
Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa.
Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo.
As boazinhas não têm defeitos.
Não têm atitude.
Conformam-se com a coadjuvância.
PH neutro.
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções,
é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas,
apressadas, é isso que somos hoje.
Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos.
As “inhas” não moram mais aqui.
Foram para o espaço, sozinhas.
Assinar:
Postagens (Atom)
Quem sou eu
- Flavia
- "...Eu apenas queria que você soubesse Que aquela alegria ainda está comigo E que a minha ternura não ficou na estrada Não ficou no tempo presa na poeira Eu apenas queria que você soubesse Que esta menina hoje é uma mulher E que esta mulher é uma menina Que colheu seu fruto flor do seu carinho Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta Que hoje eu me gosto muito mais Porque me entendo muito mais também E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora É se respeitar na sua força e fé E se olhar bem fundo até o dedão do pé Eu apenas queira que você soubesse Que essa criança brinca nesta roda E não teme o corte de novas feridas Pois tem a saúde que aprendeu com a vida..." Eu Apenas Queria Que Você Soubesse (Gonzaguinha)





