(...) é preciso partir é preciso chegar é preciso partir é preciso chegar (...) Ah, como esta vida é urgente! ... no entanto eu gostava mesmo era de partir... e - até hoje - quando acaso embarco para alguma parte acomodo-me no meu lugar fecho os olhos e sonho: viajar, viajar mas para parte nenhuma... viajar indefinidamente... como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A despedida do amor...
A DESPEDIDA DO AMOR
Martha Medeiros
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
A lucidez perigosa
A lucidez perigosa
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve
para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Clarice Lispector
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve
para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Clarice Lispector
sábado, 31 de outubro de 2009
Vida
Assisti o filme "O Curioso caso de Benjamim Button" onde conta a história de um homem que nasce aos 80 anos de vida e começa a rejuvenescer a partir daí.O filme tem como ator principal Brad Pitt.O filme é excelente e confesso que na cena onde ele aprende a velejar no barco de seu pai sinto uma inveja da Angelina Jolie,heheheh...mas voltando ao filme,ele me fez pensar em algumas coisas e dentre elas de que nada é eterno...nada é para sempre...durante o filme lembrei de um texto de Chaplin que compartilho abaixo.
"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Experimente me amar...
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas ... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada “impulso vital”. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como “estou contente outra vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse é o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.
Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de “uma ausência”. E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.
Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:
- … mastiga a ameixa frouxa. Mastiga , mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca
C.F.A
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Não acredito que as pessoas mudam...
Faz dias que uma pergunta me vem a cabeça:será que as pessoas mudam????Sinceramente,creio que não...concordo com House,o mau humorado médico do seriado de mesmo nome que diz que as pessoas não mudam...A essência das pessoas não mudam.
Ah,aposto que você deve estar dizendo:"claro que mudam,eu mudei,parei de fumar...ou entrei na academia,ou virei vegetariano..."E respondo: você não mudou,o que mudou foram os seus hábitos,a sua essência,a sua personalidade continua igual,de repente adormecida por um forte desejo de mudança,mas qualquer barulhinho ela acordará...porque ela tem sono leve,cuidado!!!
Personalidade é a particularidade pessoal duradoura,estável...
Posso estar sendo incrédula,errada ou até mesmo pessimista...mas sinceramente,as pessoas não mudam,elas apenas vestem uma máscara por algum tempo não eterno...infelizmente!
Ah,aposto que você deve estar dizendo:"claro que mudam,eu mudei,parei de fumar...ou entrei na academia,ou virei vegetariano..."E respondo: você não mudou,o que mudou foram os seus hábitos,a sua essência,a sua personalidade continua igual,de repente adormecida por um forte desejo de mudança,mas qualquer barulhinho ela acordará...porque ela tem sono leve,cuidado!!!
Personalidade é a particularidade pessoal duradoura,estável...
Posso estar sendo incrédula,errada ou até mesmo pessimista...mas sinceramente,as pessoas não mudam,elas apenas vestem uma máscara por algum tempo não eterno...infelizmente!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Palavras não descrevem os olhos, as bocas, os braços e abraços, nem a alegria até então desconhecida, surgida de um (re) encontro. Pra quem, há dias atrás, refletia tanto as obras do acaso, hoje compreende que realmente, o acaso não passa de um simples nada, e acredita em algo bem maior que isso. Que levará à um próximo reencontro, sem sombra de dúvidas. Mas até lá, todas as músicas cantadas estarão na mente, todos os sorrisos que ainda não acreditavam no que estava acontecendo, todos os olhares que transpareciam toda a magia do momento.
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
Inclusão digital existe...
Minha viagem ficou com varias histórias para contar,mas a mais interessante é a que vou relatar agora...estou eu conhecendo a Igreja de São Bento em São Paulo e ao sair de lá fui abordada por um menino me pedindo moeda.Confesso que fiz que não escutei e segui em frente em direção ao Viaduto Sta Ifigência e após entrei na igreja dessa santa.Lá um menino me deu um papel onde pedia dinheiro para ajudar a ele e a familia...no mesmo tempo em que me entrega o papel ele me faz a pregunta:"tia,não era vc que estava na igreja de São Bento?"Respondi sem jeito que sim,afinal era o mesmo menino...ele sorridente me pede para tirar uma foto dele na frente da santa...fiz o que ele pediu e ele me pede"me manda essa foto?".Com um tom de surpresa e curiosidade perguntei como...ai ele pegou um papel e uma caneta e escreveu o email dele,dizendo que ia por a foto no orkut e seria a mais bonita...é a inclusão digital ,gente ,existe meeeesmo,hehehe
Who the cap fit
Who The Cap Fit
Bob Marley
Man to man is so unjust, children
You don't know who to trust
Your worst enemy could be your best friend
And your best friend your worst enemy
Some will eat and drink with you
Then behind them su-su 'pon you
Only your friend know your secrets
So only he could reveal it
And who the cap fit, let them wear it (repeat)
Said I throw me corn, me no call no fowl
I saying, "cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
Some will hate you, pretend they love you now
Then behind they try to eliminate you
But who Jah bless, no one curse
Thank God we're past the worse
Hypocrites and parasites
Will come up and take a bite
And if your night should turn to day
A lot of people would run away
And who the cap fit let them wear it (repeat)
And then a gonna trhow me corn
And then a gonna call no fowl
And then a gonna "Cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
Some will eat and drink with you
And then behind them su-su 'pon you
And if your night should turn to day
A lot of people will run away
And who the cap fit, let them wear it (repeat)
I throw me corn, me no call no fowl
I saying "Cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
Bob Marley
Man to man is so unjust, children
You don't know who to trust
Your worst enemy could be your best friend
And your best friend your worst enemy
Some will eat and drink with you
Then behind them su-su 'pon you
Only your friend know your secrets
So only he could reveal it
And who the cap fit, let them wear it (repeat)
Said I throw me corn, me no call no fowl
I saying, "cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
Some will hate you, pretend they love you now
Then behind they try to eliminate you
But who Jah bless, no one curse
Thank God we're past the worse
Hypocrites and parasites
Will come up and take a bite
And if your night should turn to day
A lot of people would run away
And who the cap fit let them wear it (repeat)
And then a gonna trhow me corn
And then a gonna call no fowl
And then a gonna "Cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
Some will eat and drink with you
And then behind them su-su 'pon you
And if your night should turn to day
A lot of people will run away
And who the cap fit, let them wear it (repeat)
I throw me corn, me no call no fowl
I saying "Cok-cok-cok, cluck-cluck-cluck"
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Emoção inexplicável...
Eu falei que minha viagem estava apenas começando...
Esse ano tomei por decisão algumas coisas como não ter mágoas de ninguém e principalmente vencer meus medos...e o primeiro seria de altura e nada melhor do que voar de parapente.Sai decidida de Maravilha de que iria fazer esse vôo,ja tinha combinado e deixado agendado previamente para não ter mudanças de plano.Vi na previsão do tempo de que dia 11 faria tempo bom,então antecipei do dia 13 p/ o dia 11.Na manhã liguei p/ ver se estava bom o vento p/ o vôo.Confirmado rumei para a rampa.Cheguei la e encontrei uma mulher que me perguntou se eu iria ter coragem,pois raramente ela vê mulher voar.Respondi afirmativo e rumei com o Millan,instrutor mto gente fina e com o Beto,outro instrutor,com o qual tinha agendado tudo,tb um cara dez!Chegamos no alto da pedra e estava encoberto,sem visibilidade nenhuma e junto com a falta de visibilidade,parecia que a minha coragem tb estava em falta,hehehe...mas não poderia desistir.Aguardamos até melhorar a visibilidade,o Millan arrumou o parapente,checou tudo e eu pus o equipamento...ele me falou p/correr sem parar e iniciei a correr,mas qdo cheguei na ponta vi o penhasco e instintivamente e apavoradamente freei,hehehe...mas isso não impediu do Millan me fazer voar.Não tem como explicar a maravilhosa sensação que se sente,apesar de termos enfrentado uma nuvem...a paisagem é maravilhosa,a sensação de liberdade é impressionante...ficamos por volta de uns 25 minutos lá em cima,tivemos uma turbulência qdo uma asa delta passou e fez uma corrente de ar q nos desestabilizou um pouco,mas nada que não se resolvesse.Me senti como um passaro voando num azul maravilhoso com,ora o mar,ora a montanha aos meus pés.Posso dizer que por 25 minutos esqueci tudo o que já passou em minha vida e tudo o que pode vir,hehehe...curti exatamente o momento,esquecendo todo o restante.Todo mundo deveria voar dessa forma,fazer uma loucura dessas uma vez na vida.Eu recomendo!!!!
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Quem sou eu
- Flavia
- "...Eu apenas queria que você soubesse Que aquela alegria ainda está comigo E que a minha ternura não ficou na estrada Não ficou no tempo presa na poeira Eu apenas queria que você soubesse Que esta menina hoje é uma mulher E que esta mulher é uma menina Que colheu seu fruto flor do seu carinho Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta Que hoje eu me gosto muito mais Porque me entendo muito mais também E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora É se respeitar na sua força e fé E se olhar bem fundo até o dedão do pé Eu apenas queira que você soubesse Que essa criança brinca nesta roda E não teme o corte de novas feridas Pois tem a saúde que aprendeu com a vida..." Eu Apenas Queria Que Você Soubesse (Gonzaguinha)




